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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A Magia dos Perfumes


Perfumes, ah! Como não nos rendermos as fragrâncias existentes pelo mundo que são capazes de nos envolver e até mesmo nos reportar a algumas lembranças? ainda mais hoje em dia, com a infinidade de opções existente.
Você sabia que o perfume diz muito a respeito da personalidade de uma pessoa e que também influencia no estado de espírito dela?! Ao penetrar pelas nossas narinas, o aroma encontra o sishistoria-do-perfume límbico que, antigamente, era conhecido como cérebro das emoções e é responsável pela memória, sentimentos e sensações,  quando uma mensagem é enviada a ele através de algum aroma, ou seja, quando sentimos um cheiro, esse cérebro das emoções acaba provocando sensação de euforia, relaxamento, sedação ou estímulos neuroquimicos.
Nos tempos mais remotos, os homens invocavam os deuses através da fumaça, queimando ervas que liberavam diversos aromas. Foi a partir dai que surgiu o perfume, que é uma palavra  derivada do latim e significa “através do fumo”.
Mais tarde, diversas ervas foram usadas para fazer banhos aromáticos, pomadas e perfumes pessoais dos egípcios. Conforme a historia, Cleópatra foi que eternizou a arte dos perfumes, ela seduziu Marco Antonio e Julio Cezar usando um perfume à base de óleos extraídos das flores de henna, menta, açafrão e zimbro.
No inicio, os perfumes eram feitos à base de ceras, gorduras, óleos vegetais e sabões misturados a ervas. Com a descoberta do vidro, os perfumes ganharam uma nova cara, reduzindo sua volatilidade e ganhando formas e cores.
Por volta do século X, Avicena, o mais famoso médico árabe, descobriu a destilação dos óleos essenciais das rosas, e assim criou a Água de Rosas, depois veio a Água de Toilette, que foi feito para a rainha da Hungria. No século XIX o perfume ganha novos usos, como o terapêutico, por exemplo.
Hoje, sabemos que o perfume é capaz de revelar a personalidade das pessoas, bem como sua classe social, uma vez que, um pequeno frasco pode atingir valores exorbitantes.
É muito comum o mesmo perfume apresentar cheiros diferentes quando aplicado em pessoas diferentes. Isso porque, os odores corporais são únicos, sendo resultado da alimentação, das características pessoais, dos lipídeos e ácidos graxos que a pele exala. A temperatura da pele interfere diretamente na vaporização do perfume, e portanto, no cheiro que ele exala.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Porquê perfume?

Perfumes são artes em frascos. Combinações perfeitas de elementos naturais e químicos, que conseguem despertar a atenção e a emoção dos mortais.

Cada perfume tem sua peculiaridade e cada pessoa, uma preferência olfativa.

Há os que apreciem amadeirados, cítricos, frescos, florais, doces... cada um com seu poder de tocar o corpo e a alma.

Um perfume pode ficar guardado na memória de alguém durante décadas, ao ponto de ela se esquecer de quem o usava, mas lembrar do aroma assim que se aproximar dele.

Perfumes marcam a vida e a história de quem os usa. A mulher ou o homem que não se perfuma, sempre deixará uma lembrança a menos, pois nada é mais marcante do que a essência de uma pessoa.

A história dos perfumes mudou definitivamente em 1921, quando Ernest Beaux criou o até hoje mundialmente conhecido Chanel nº5. Um perfume com a única intenção de ter "cheiro de mulher". Até hoje, este é o perfume mais vendido no mundo. Por ser muito forte e doce, não está na lista dos favoritos no Brasil, já que nosso clima quente, sufoca a doçura do perfume (a menos que seja usado em estações mais frias e preferencialmente, a noite).

Importa que cada pessoa, construa sua história olfativa. É natural que o primeiro perfume (tanto feminino, quanto masculino), seja uma água de colônia, sem álcool e com cheirinho de bebê. Mas, porquê perfumar uma criança tão pequena? para ressaltar justamente o cheirinho de "bebê", pois é o que ela é, e o que gostam que ela seja!

As meninas, quando se aproximam dos 10 anos, costumam ganhar da mãe ou de algum familiar, algum perfume levemente doce ou fresco, com pouca fixação e aroma leve. Porquê? Porque nessa época, a criança começa a aflorar sua feminilidade... começa a escolher o que quer vestir e reparar na vaidade da mãe.

Os meninos costumam demorar um pouco mais para dar atenção aos aromas, mas quando vão se aproximando da puberdade, também começam a buscar uma identidade aromática. Frequentemente erram. Buscam ter "cheiro de homem" e abusam nas doses, procuram perfumes amadeirados e fortes que não combinam com sua idade e estilo de vida. O erro é comum e está respaldado na insegurança e na vontade de se auto afirmar.

Conforme os anos vão passando, mulheres e homens conhecem outras fragrâncias. Buscam, a princípio, marcas nacionais, que tenham boa aceitação em seu grupo social ou uma forte publicidade veiculada nos canais de comunicação. Conseguem encontrar bons perfumes, mas sua identidade ainda se confunde com a das massas, não tendo um "cheiro" exclusivo e marcante, que possa ser lembrado e associado a sua imagem.

Indo um pouco mais adiante, aqueles que têm atitude e gostam da busca pela autenticidade, acabam buscando perfumes que carreguem nomes de gabarito, como Armani, Cacharel, Dior, Gabriela Sabatini, Kenzo e Paco Rabanne.

Finalmente se encontram e encontram aquele perfume que será chamado de SEU por toda a vida, esteja onde estiver, alguém sentirá aquele perfume e se lembrará de de quem o usou.

Perfume é identidade, a combinação que ele tem com a sua pele é exclusiva (e inesquecível).